25 de outubro de 2019

História - Tempo histórico

Assim como podemos contar o tempo através do tempo cronológico, usando relógios ou calendários, temos ainda outros tipos de tempo: o tempo geológico, que se refere às mudanças ocorridas na crosta terrestre, e o tempo histórico que está relacionado às mudanças nas sociedades humanas.
O tempo histórico tem como agentes os grupos humanos, os quais provocam as mudanças sociais, ao mesmo tempo em que são modificados por elas.
O tempo histórico revela e esclarece o processo pelo qual passou ou passa a realidade em estudo. Nos anos 60, por exemplo, em quase todo o Ocidente, a juventude viveu um período agitado, com mudanças, movimentos políticos e contestação aos governos. O rock, os hippies, os jovens revolucionários e , no Brasil, o Tropicalismo (Caetano Veloso, Gal Costa, Gilberto Gil, entre outros) e a Jovem Guarda (Roberto Carlos, Erasmo Carlos, entre tantos outros), foram experiências sociais e musicais que deram à década de 60 uma história peculiar e diferente dos anos 50 e dos anos 70.
Isto é o tempo histórico: traçamos um limite de tempo para estudar os seus acontecimentos característicos, levando em conta que, naquele momento escolhido, muitos seres humanos viveram, sonharam, trabalharam e agiram sobre a natureza e sobre as outras pessoas, de um jeito específico.
A história não é prisioneira do tempo cronológico. Às vezes, o historiador é obrigado a ir e voltar no tempo. Ele volta para compreender as origens de uma determinada situação estudada e segue adiante ao explicar os seus resultados.

A contagem do tempo histórico

O modo de medir e dividir o tempo varia de acordo com a crença, a cultura e os costumes de cada povo. Os cristãos, por exemplo,  datam a história da humanidade a partir do nascimento de Jesus Cristo. Esse tipo de calendário é utilizado por quase todos os povos do mundo, incluindo o Brasil.
O ponto de partida de cada povo ao escrever ou contar a sua história é o acontecimento que é considerado o mais importante.
O ano  de 2008, em nosso calendário, por exemplo, representa a soma dos anos que se passaram desde o nascimento de Jesus e não todo o tempo que transcorreu desde que o ser humano apareceu na Terra, há cerca de quatro milhões de anos.
Como podemos perceber, o nascimento de Jesus Cristo é o principal marco em nossa forma de registrar o tempo. Todos os anos e séculos antes do nascimento de Jesus são escritos com as letras a.C. e, dessa maneira, então 127 a.C., por exemplo, é igual a 127 anos antes do nascimento de Cristo.
Os anos e séculos que vieram após o nascimento de Jesus Cristo não são escritos com as letras d.C., bastando apenas escrever, por exemplo, no ano 127.
           
O uso do calendário facilita a vida das pessoas. Muitas vezes, contar um determinado acontecimento exige o uso de medidas de tempo tais como século, ano, mês, dia e até mesmo a hora em que o fato ocorreu. Algumas medidas de tempo muito utilizadas são:
  • milênio: período de 1.000 anos;
  • século: período de 100 anos;
  • década: período de 10 anos;
  • quinquênio: período de 5 anos;´
  • triênio: período de 3 anos;
  • biênio: período de 2 anos (por isso, falamos em bienal).

Entendendo as convenções para contagem de tempo

Para identificar um século a partir de uma data qualquer, podemos utilizar operações matemáticas simples. Observe.
  • Se o ano terminar em dois zeros, o século corresponderá ao(s) primeiro(s) algarismo(s) à esquerda desses zeros. Veja os exemplos:
ano 800: século VIII
ano 1700: século XVII
ano 2000: século XX
  • Se o ano não terminar em dois zeros, desconsidere a unidade e a dezena, se houver, e adicione 1 ao restante do número, Veja:
ano 5:               0+1= 1                       século I
ano 80:             0+1= 1                       século I
ano 324           3+1=4                         século IV
ano 1830         18+1=19                     século XIX
ano 1998         19+1=20                     século XX
ano 2001         20+1=21                     século XXI

História - Profissão: Historiador

Historiador é o profissional que estuda o passado humano em seus vários aspectos: economia, sociedade, cultura, ideias e cotidiano. O historiador investiga e interpreta criticamente os acontecimentos, buscando resgatar a memória da humanidade e ampliar a compreensão da condição humana.
Seu trabalho se baseia, principalmente, na pesquisa de documentos, como manuscritos, impressos, gravações, filmes, objetos e fotos. Depois de selecionar, classificar e relacionar os dados levantados em bibliotecas, arquivos, entrevistas ou estudos arqueológicos, ele data o fato ou o objeto, confere autenticidade e analisa sua importância e seu significado para a compreensão do encadeamento dos acontecimentos.

Mercado de trabalho

O mercado mais tradicional para esse profissional são as escolas de ensino médio e faculdades, mas novos campos de trabalho vêm se abrindo. Nos últimos anos, cresceu a procura por historiadores em empresas privadas, órgãos públicos e entidades de apoio à cultura, para atuar principalmente nas áreas de preservação do patrimônio e resgate histórico.
O historiador também tem sido contratado por empresas interessadas na consultoria histórica de produtos - a pesquisa da trajetória de artigos antigos que podem ser relançados ou de similares com boa ou má aceitação no mercado, para que seus lançamentos estejam mais próximos das expectativas dos consumidores.
As operadoras e as agências de turismo, por sua vez, buscam o profissional para auxiliar na criação de roteiros focados em destinos históricos e culturais. Museus e centros culturais são outra alternativa de colocação profissional do historiador, que pode trabalhar na curadoria de exposições e na organização e promoção de cursos livres. Nas editoras, ele é contratado para atuar na elaboração de livros didáticos e paradidáticos. O historiador encontra ainda trabalho na produção de teatro, cinema e televisão, onde faz pesquisa de época para filmes e novelas, ajuda a elaborar roteiros e dá apoio ao material audiovisual em geral.
salário médio inicial do historiador varia conforme a região de atuação e o porte da empresa ou escola contratante.

O Curso

O currículo é composto de disciplinas que abordam tanto períodos, seja história antiga, seja medieval, quanto regiões, como Brasil ou Ásia. Há também temas específicos dessa área de conhecimento, como metodologia da história, teoria da história ou história da ciência.
Sociologia, geografia, literatura brasileira, antropologia e arqueologia complementam a formação. Muita leitura e boa dose de palestras e seminários fazem parte do cotidiano do aluno. Atenção: a maior parte dos cursos de História no país é de licenciatura, que forma professores. Na licenciatura, o curso pode receber o nome de Estudos Sociais (história). Se você quiser se dedicar à pesquisa ou trabalhar em empresas, pode valer a pena fazer um bacharelado. O estágio é obrigatório, assim como o trabalho de conclusão de curso.
Duração média do curso: quatro anos.

Perfil do profissional

Interesse por questões sociais e por leitura, capacidade de reflexão, de argumentação e transmissão de ideias, senso crítico, capacidade de pesquisa, meticulosidade.

O que você pode fazer

EnsinoLecionar história geral ou do Brasil para o ensino fundamental, médio e superior ou cursos pré-vestibulares.

Memória empresarial
Pesquisar a história de empresas e instituições e apresentá-la em livros, artigos ou reportagens.

PesquisaInvestigar temas específicos em arquivos, institutos de pesquisa e universidades para produzir teses, livros e artigos.
Dica:
Boa memória e capacidade de organização são muito importantes para exercer a profissão de historiador. É legal também ter gosto pela pesquisa e por ler e escrever.


História - Para que serve a história

Ao consultarmos um dicionário, encontraremos a seguinte definição para o verbete história:
"Narração metódica dos fatos notáveis ocorridos na vida dos povos, em particular na vida da humanidade, em geral", ou ainda, "Conjunto de conhecimentos, adquiridos através da tradição e/ou mediante documentos, acerca da evolução do passado da humanidade."
FERREIRA, Aurélio Buarque de Holanda. Novo Aurélio Século XXI: o dicionário da língua portuguesa. 3 ed. Rio de Janeiro. Nova Fronteira, 1999.
Há ainda, outras explicações e outros significados elaborados por historiadores (especialistas em história) ou não. Veja outros exemplos:
"A história é o registro da sociedade humana, ou civilização mundial; das mudanças que acontecem na natureza dessa sociedade [...]; de revoluções e insurreições de um conjunto de pessoas contra outro [...]; das diferentes atividades e ocupações dos homens, seja para ganharem seu sustento ou nas várias ciências e artes; e, em geral, de todas as transformações sofridas pela sociedade [...]"
                       
KHALDUN, Ibn, citado em HOBSBAWN, Eric. Sobre história. São Paulo. Companhia das Letras, 1998.

"Disciplina que se ocupa do estudo dos fatos relativos ao homem ao longo do tempo [...]"
Nova Enciclopédia Barsa. São Paulo. Encyclopaedia Britannica do Brasil , 1999. v.7.

"História inclui todo o traço e vestígio de tudo o que o homem fez ou pensou desde seu primeiro aparecimento sobre a Terra."
                       
ROBISON, James Harvey, citado em BURK, Peter. A escrita da história: novas perspectivas. São Paulo. Unesp, 1992.
Há várias outras definições de história e muitos modos de conceituá-la. A partir de agora, podemos dizer então,  que a história estuda tudo o que está relacionado à presença, às atividades, aos gostos e às maneiras de ser das pessoas e dos acontecimentos.
História é basicamente uma experiência humana; um constante construir, desconstruir e reconstruir. Por isso, acreditamos que a História é uma área do conhecimento que está em permanente construção.

Os caminhos da história

Ao voltarmos no tempo, encontraremos a utilização da palavra historia, pela primeira vez, na Grécia Antiga. Ela origina-se de histor, palavra grega que significa testemunho. Depois, a história foi identificada como narração, isto é, o historiador seria um memoralista escrevendo, no presente, sobre os acontecimentos do passado. Mais tarde, ela continuou sendo entendida como narrativa, mas ganhou uma finalidade didática – ensinar e criar modelos de comportamento para os seres humanos. Esse jeito de se fazer História, apesar das alterações sofridas na metade da Idade Moderna, prosseguiu desde a Antiguidade até o século XX.
           
A partir do século XVIII, existia uma história interessada em explicar acontecimentos realmente significativos e em relacionar os fatos entre si. No século XIX, a forma de pensar e escrever a História passou por grandes transformações. Os historiadores tentavam  estabelecer bases científicas para o estudo dos fatos e descobrir leis que explicassem, sempre acompanhados por farta documentação.
A partir do século XX, os historiadores, para explicar o desenvolvimento da História, passaram a valorizar ainda mais as relações econômicas entre pessoas, grupos e povos. Assim, ela deixou de ser apenas uma narrativa para se transformar em “possibilidades interpretativas do passado”. Cabe, portanto ao historiador interpretar as sociedades humanas do passado e não apenas narrar os fatos, datas e personalidades.

História e várias histórias

Como você pode observar, a História vai além da sua história, do seu nome, da sua idade e do lugar em que você mora. Começou bem antes do seu nascimento, continua até agora e nós poderíamos passar muito tempo falando a respeito dela. Todas as pessoas têm  uma história. E não são apenas as pessoas. Tudo tem história: a música que ouvimos, as roupas que vestimos, os alimentos que comemos, os seres humanos, as cidades, os países, o mundo.
Os seres humanos sempre fizeram registros históricos. Nossos indígenas, por exemplo, já registravam o cotidiano por meio da confecção de utensílios (machadinhas de pedra, enfeites de penas de pássaros, objetos de cerâmica) ou pinturas em cavernas, dez mil anos atrás.

Cerâmica produzida pelos índios

Machadinha feita pelos índios, de pedra e decorada com penas de pássaros
A partir de sua organização em grupos, as pessoas sentiram necessidade de colher informações sobre o passado e registra-las, de alguma forma, fosse oralmente, nas conversas com os amigos e parentes, ou em desenhos feitos em grutas e cavernas em que viviam.

Pinturas rupestes em cavernas
Nós podemos conhecer os costumes dos humanos primitivos, os objetos que usavam e os animais que caçavam, por meio do estudo desses desenhos e das descobertas feitas pelos arqueólogos, cientistas que, pesquisam o passado dos seres humanos e dos grupos sociais por meio dos registros materiais.

Pinturas rupestres em cavernas, tinta normalmente utilizada extraída de urucum e outras sementes

O conhecimento histórico é registrado, como vimos anteriormente, pelo historiador. O trabalho do historiador é interpretar os fatos históricos ou as experiências humanas com a ajuda dos registros e vestígios  que foram deixados por um povo em um determinado local e tempo.
Em história, há tempos de curta, média e longa duração. Um acontecimento de curta duração é aquele que chega imediatamente ao conhecimento das pessoas, por exemplo, um jogo de futebol,  o lançamento  de um livro, uma greve, a inauguração de uma obra pública.
Um acontecimento de média duração não é normalmente percebido de imediato, mas é possível ser reconhecido pelos contemporâneos, isto é, pelas pessoas que viveram na mesma  época. Por exemplo, hoje é comum ouvirmos falar da moda dos anos 80, da crise do Oriente Médio ou das últimas décadas.
Já um acontecimento de longa duração só é revelado por meio do estudo histórico, por que não pode ser percebido pelos contemporâneos. Por exemplo: fatos ocorridos na Grécia Antiga ou no Antigo Egito.
Daí a importância de estudarmos a história: por meio da investigação e da interpretação dos acontecimentos históricos somos capazes de compreender as experiências dos povos que viveram antes do nosso tempo e espaço históricos.

Jogo de futebol - acontecimento de curta duração

Moda dos anos 80 - acontecimento de média duração

Crise do oriente Médio nos anos 80 - acontecimento de média duração

Alexandre Magno ou Alexandre, o Grande – Rei da Macedônia no período de 336 a.C. a 323 a.C .-  Foi o responsável pela formação de um grande império, expandiu as fronteiras do conhecimento humano, integrando diversas culturas - acontecimento de longa duração

Quem faz a história? Estudar as experiências humanas vividas ao longo do tempo é parte do trabalho do historiador.
O trabalho do historiador é bastante instigante, pois lida com temas e assuntos relacionados a acontecimentos que, em sua grande maioria, ocorreram muito tempo antes do nascimento dele e sua função é interpretar acontecimentos históricos.
Sem os acontecimentos, o historiador não pode produzir conhecimento; sem o historiador, os acontecimentos não teriam vida.
Dizemos que acontecimentos históricos são os eventos, as opiniões, os pensamentos e os movimentos sociais  que produziram efeitos e geraram mudanças, tendo ou não, por isso, importância em algum momento do passado, na vida de um grupo ou de um povo.
Os acontecimentos são "produtos" sociais "fabricados" por seres humanos que sonharam, pensaram e agiram. Cabe ao historiador analisar esses "produtos sociais" e construir sua interpretação do momento histórico que estiver pesquisando.
Sítio arqueológico
Sítio arqueológico no Egito
No entanto, é impossível que um historiador seja capaz de avaliar, discutir, compreender e explicar todos os acontecimentos, sentimentos e pensamentos que contribuíram para que determinado evento acontecesse.
Assim, o historiador escolhe, de acordo com a finalidade de sua pesquisa, os aspectos que irá estudar, as fontes que irá analisar, as opiniões que pretende discutir, os sentimentos que julga mais importantes.
Como se fosse detetive, o historiador analisa um acontecimento com base em fontes históricas, aceita ou recusa interpretações já existentes, colhe depoimentos e chega a uma conclusão.
           
Veja abaixo, um exemplo de sequências de perguntas que o historiador segue no seu trabalho:
1. Qual o documento com que vai trabalhar?
2. O que esse documento nos diz?
3. Como o diz?
4. Quem o fez?
5. Quando o fez?
6. Em nome de quem o fez?
7. Com que propósito fez?
8. Qual a relação do documento, no momento de sua produção, com a realidade mais ampla à qual o historiador quer chegar?
As técnicas, fichas, entrevistas, perguntas, catalogação de dados, entre outros dão segurança para realizar cientificamente o trabalho  do historiador. Os métodos são orientações seguidas por ele nas etapas da sua pesquisa, da sua investigação.
Cabe lembrar, que nenhum evento histórico tem pureza total. O registro dos acontecimentos reflete sempre, de uma maneira ou de outra, a opinião, o pensamento e até os interesses daquele que fez anotações sobre o que viu, viveu ou ouviu.
Para compreender e explicar os acontecimentos, o historiador estará sempre interpretando-os ou reinterpretando-os, tomando como ponto de partida sua forma de ver a sociedade e a própria História. Quando, por exemplo, lemos uma obra histórica, é como se estivéssemos ouvindo a voz do historiador que a escreveu.


História - Três Poderes

O território brasileiro está divido em estados, e estes estão divididos em municípios. Como eles são governados? Quem governa o município, o estado e o país?
O Brasil, seus estados e municípios têm um governo. Esse governo é responsável  pela elaboração de leis, cobrança dos impostos e prestação de serviços à população. Quem cuida da iluminação pública e da coleta de lixo, por exemplo, é a Prefeitura (o governo municipal). Já a segurança pública é de responsabilidade do governo estadual. E,  todas as questões ligadas à defesa do país (Exército) cabem à União (o governo federal).
Os municípios são governados são pelos prefeitos e vice-prefeitos. Os estados, pelos governadores e vice-governadores e o país é governado pelo presidente e pelo vice-presidente. Todos eles são eleitos pela população, ou seja, são escolhidos por meio do voto da maioria das pessoas, para que assim possam exercer o poder em nome delas. Ocupam cargos públicos que podem ser preenchidos tanto por homens quanto por mulheres.
O poder exercido pelos prefeitos, governadores e presidente recebe o nome de poder Executivo. Recebe este nome porque cabe a seus representantes colocar as leis em prática, ou seja, executá-las e administrar os negócios públicos, como cobrar impostos, decidir onde o dinheiro recolhido será aplicado, quantas escolas ou hospitais públicos serão construídos em um ano, quantas e quais as ruas receberão calçamento, etc. O poder executivo é auxiliado, em sua tarefa de governar, pelo poder Legislativo e pelo poder Judiciário.
poder Legislativo é responsável pela elaboração e aprovação das leis. Para compor o poder Legislativo, também são eleitos através do voto, os vereadores, os deputados (estaduais, federais e distritais) e os senadores.
poder Judiciário é o fiscalizador. Ele cuida para que essas leis sejam cumpridas e zela pelos direitos dos indivíduos. Do poder Judiciário fazem parte os juízes e os promotores de justiça.

Esfera / poder: Executivo
Federal: Presidente da República, vice-presidente e ministros
Estadual: Governador, vice-governador e secretários
Municipal: Prefeito, vice-prefeito e secretariado

Esfera / poder: Legislativo
Federal: Congresso Nacional e Câmara dos Deputados - deputados federais e senadores
Estadual: Assembleia Legislativa - deputados estaduais
Municipal: Câmara Municipal - vereadores

Esfera / poder: Judiciário
Federal: Supremo Tribunal Federal, Superior Tribunal de Justiça, tribunais e juízes federais
Estadual: Tribunais e juízes

Nesta foto, vê-se a Praça dos Três Poderes, em Brasília (DF), onde está a sede dos poderes Executivo (Palácio do Planalto), Legislativo (Congresso Nacional) e Judiciário (Palácio da Justiça), e a Esplanada dos Ministérios, onde trabalham os ministros que auxiliam o presidente da República.

A organização do poder na República

A palavra República significa "coisa pública, coisa de todos", indicando um sistema de governo que tem como objetivo atender aos interesses de todos os cidadãos. Em uma República, o país é governado pelo presidente, que é eleito pelo povo por meio de voto direto.
Desde 1889 até os dias atuais, o sistema de governos no Brasil é republicano. Em uma República, o governo não é hereditário, ou seja, não passa de pai para filho. Os governantes são eleitos por meio de voto para exercer o poder durante um tempo determinado (no caso do Brasil, por 4 anos), podendo ser reeleito uma única vez.

História - Cidadania

O que significa ser cidadão?

Ser cidadão significa ter direitos e deveres. Isso vale para todas as pessoas que vivem num país: homens, mulheres, idosos, crianças e adolescentes. É participar da vida política e social do país, lutando por seus direitos, cumprindo seus deveres e procurando construir uma sociedade mais justa e igualitária, ou seja, que busca a igualdade de todos os seres humanos.
Para entender o significado do termo cidadania, é preciso conhecer esses direitos e deveres. Eles estão escritos na Constituição.

A Constituição e os direitos e deveres do cidadão

A Constituição é a lei fundamental do país. Ela garante a todos nós, brasileiros, direitos que devem ser cumpridos pelo governo e pela sociedade.
Como cidadãos brasileiros, temos direitos políticos, ou seja, podemos escolher, por meio de voto, nossos governantes e representantes, e sermos eleitos para esses mesmos cargos. Nem sempre o candidato que escolhemos vence as eleições, mas certamente é a vontade da maioria que prevalece. Para cada um dos cargos, é eleita a pessoa que receber o maior número de votos.
Mas não são apenas os direitos políticos que nos tornam cidadãos. Temos também os direitos civis, isto é, o direito à vida, à liberdade, à propriedade e à igualdade perante a lei.
Temos ainda os direitos sociais, que nos garantem o direito a uma vida digna, com trabalho, salário justo, aposentadoria por tempo de serviço, educação, moradia e saúde.
No convívio com pessoas, temos o direito de ser respeitados e o dever de respeitar. Isso é assegurado pela Constituição para todos os brasileiros. Aliás, faz parte de nossos deveres lutar para que os direitos expressos na Constituição sejam atendidos.
Além dos direitos garantidos pela Constituição, temos alguns deveres: o dever de votar; pagar impostos e exigir que eles retornem à população na forma de atendimento às suas necessidades de saúde, educação, moradia, segurança, etc; participar da comunidade e buscar soluções para problemas; respeitar as diferenças culturais e intelectuais e muitos outros.
Embora assegurados pela Constituição, será que todos os brasileiros desfrutam plenamente desses direitos? O exercício da cidadania está sendo garantido? Observe as fotos e faça uma reflexão.
    
Famílias que vivem dos lixões, hospitais super lotados e moradores de rua

Os direitos na historia do Brasil

O povo brasileiro nem sempre teve os direitos que hoje são garantidos na Constituição.
Ao longo da história do Brasil, os povos indígenas foram quase exterminados pelos conquistadores: muitas de suas nações foram massacradas; algumas se isolaram para conseguir sobreviver aos ataques e outras tiveram que se submeter ao homem branco.

Pintura do início do século XIX. Nela, o artista retrata um dos frequentes confrontos entre soldados e indígenas, considerados selvagens e perigosos pelos europeus.

Na sociedade da colônia e do império, os negros não eram livres, eles eram propriedade de outra pessoa, eram escravos. Embora fossem a principal força de trabalho, realizando todo o tipo de atividade, não tinham nenhum direito: sofriam castigos físicos, não podiam frequentar a escola, em geral não recebiam cuidados médicos e viviam em habitações coletivas e pouco saudáveis.
No decorrer da história do Brasil houve muitas mudanças políticas que nem sempre representaram avanços sociais.
No período do Império, as condições sociais da maioria da população brasileira quase não mudaram. Os negros, por exemplo,  que correspondiam a cerca da metade da população do país, continuaram trabalhando como escravos. Eles só conquistaram a liberdade e se tornaram homens livres no final do Império, em 1888, quando a escravidão foi abolida.  As mulheres, assim como antes, só podiam participar da vida doméstica.
Apenas os homens livres e que possuíam renda elevada conquistaram direitos políticos - podiam votar e ser leitos. Mas eles representavam uma parcela muito pequena da população.
Nos primeiros tempos da República brasileira, a participação política da população praticamente não se alterou. O voto, por exemplo, era um direito somente de homens alfabetizados e maiores de 21 anos. As mulheres continuaram, excluídas, isto é, não podiam votar. Como a maioria da população era analfabeta, não podia participar  efetivamente da escolha dos governantes.
Mesmo quem podia votar, enfrentava problemas. No início do período Republicano, o voto era aberto, ou seja, o eleitor tinha que declarar em quem estava votando. Assim, os fazendeiros ricos, conhecidos como coronéis, praticamente obrigavam os eleitores a votar em seus candidatos.
Foi somente com a Constituição de 1934 que todos os homens e mulheres com mais de 18 anos tiveram o direito de votar. A partir dessa data, o voto se tornou secreto e obrigatório.
Durante o período de 1937 e 1945, o presidente Getúlio Vargas impôs ao povo brasileiro uma Constituição que, entre outras coisas, impedia que as pessoas expressassem livremente suas opiniões, sobretudo se fossem contrárias ao governo, e proibia manifestações públicas. Essa Constituição também suspendia os direitos políticos, ou seja, o direito de escolher os governantes por meio do voto.

Getúlio Vargas no Palácio do Catete, em 31 de outubro.
No período de 1964 a 1985, o Brasil teve governos autoritários comandados por militares. Mais uma vez o povo brasileiro perdeu seus direitos políticos: não podiam escolher seus governantes – prefeitos, governadores e presidentes – por meio do voto direto; não podiam manifestar-se contra o governo, e aqueles que apresentassem críticas sofreriam perseguição.

Cidadania e os direitos da criança e do adolescente

 
Para garantir maior qualidade de vida a crianças e aos adolescentes e assegurar seus direitos de cidadãos, em 1990, entrou em vigor o Estatuto da Criança e do Adolescente. Na sua elaboração, partiu-se da idéia de que as crianças e jovens estão em processo de desenvolvimento e que, por essa razão, têm necessidades específicas que devemos conhecer e respeitar.
Com isso, pela primeira vez na história de nosso país, crianças e adolescentes passaram  a ter proteção integral reconhecida como um direito. Isso significa que meninos e meninas até 12 anos - criança - e entre 12 e 18 anos – adolescentes – não podem sofrer violência, negligência – falta de cuidado – crueldade, discriminação – preconceito – ou exploração, e que cabe aos adultos fazer cumprir essas regras.
           
O Estatuto define, entre outros, os seguintes direitos:
  • direito à vida
  • direito ao lazer
  • direito à alimentação
  • direito à liberdade
  • direito à dignidade
  • direito à educação
  • direito à profissionalização
  • direito ao respeito
  • direito à cultura
  • direito ao convívio familiar e comunitário.
    


História - Organizações populacionais

Espaços de convivência

Na sua rua e no seu bairro mora e circula muita gente. Todo dia você se relaciona com seus vizinhos e com pessoas que trabalham no bairro, como feirantes, vendedores de lojas, carteiros, entregadores, etc. Você e essas pessoas formam uma comunidade.
Para viver em comunidade, é preciso seguir certas normas, que devem ser respeitadas  para garantir uma boa convivência social, como por exemplo, não jogar o lixo no chão,  atravessar a rua na faixa de pedestres, respeitar os semáforos, não soltar balões, ser atencioso com as pessoas que se dirigem a você, ser prestativo com as pessoas que necessitarem de ajuda, dirigir-se aos outros com educação, entre tantas outras.

Ruas: O que são e como são utilizadas

Ruas são vias onde há circulação de pessoas e veículos (carros, ônibus, motocicletas, bicicletas e outros meios de transporte). Se você passar, ou caminhar, por alguma rua, perceberá terrenos, jardins, casas, prédios, lojas e outras construções à beira de suas margens.
As ruas podem ser cobertas de asfalto ou blocos de concreto. O revestimento que recobre as ruas recebe o nome de calçamento e sua principal função é facilitar o trânsito de veículos, uma vez que deixa as ruas mais planas e livres de buracos.
Os pedestres, ou seja, as pessoas que andam a pé caminham nas calçadas, mais elevadas e situadas nas laterais das ruas.
 
Um cuidado sempre necessário que devemos ter, quando andamos na rua, é com relação ao trânsito. Quanto maior o trânsito de veículos nas ruas, mais cuidado será necessário para atravessar a rua, de preferência acompanhado de adultos e na faixa de segurança.
Algumas festas populares também têm lugar nas ruas. Toda cidade comemora festas tradicionais ao ar livre, que reúnem muitas pessoas em certas épocas do ano. Essas festas podem ser religiosas ou comemorativas, como o carnaval ou bumba-meu-boi, entre outras.
  



Ruas de ontem e ruas de hoje

Os espaços que os seres humanos constroem também contam histórias.  Quem nasceu e viveu toda a vida na mesma rua pode notar as mudanças ocorridas nesse intervalo de tempo. Também pode perceber se alguns prédios, a iluminação ou o calçamento da rua foram modificados. O mesmo pode acontecer em ruas, praças ou avenidas por onde você passa com frequência.
Até cerca de 100 anos atrás, as ruas não eram asfaltadas, e somente aquelas consideradas mais importantes tinham calçamento.
Em alguns lugares, as ruas eram revestidas de pedra. Em outros, era comum o uso de seixos rolados (pedras arredondadas). A escolha do calçamento depende do material disponível nas proximidades.

O nome das ruas

No Brasil, existem ruas, praças, avenidas, largos, túneis e pontes que têm nome de personalidades do cenário político, religioso, científico e artístico, como Getúlio Vargas, José de Anchieta, padre Feijó, Santos Dumont, Castro Alves, Elis Regina.
Há também nomes de ruas que estão ligados a datas históricas, como Sete de Setembro, Quinze de Novembro, Treze de Maio e nomes de acontecimentos ou fatos como, por exemplo, Praça da República, Rua da Abolição, Ladeira da Constituição etc.
Muitos desses nomes se repetem em várias cidades do Brasil, pois homenageiam pessoas, acontecimentos ou datas importantes para a história do país. Outros nomes, ligados a personagens e acontecimentos locais, existem apenas em alguns bairros, algumas cidades ou alguns municípios.

A história dos bairros

Bairro é cada uma das partes em que se divide a cidade. Existem bairros populosos, bairros que são chamados de periferia, bairros agitados, como o centro  e bairros calmos, onde só existem moradias.
Os bairros também têm história. Como quando se formaram, as modificações que sofreram, os fatos que ali aconteceram, as pessoas que participaram de sua construção, aquelas que vivem atualmente, tudo isso faz parte da história dos bairros.

Origem dos municípios

A história de um município pode começar em um povoado, que se formou devido à sua localização (à beira-mar, às margens de um rio, em um local protegido, perto de hospedarias) ou às atividades que se desenvolviam na região (feiras, criação de gado, agricultura).
Os povoados começavam com um pequeno grupo de pessoas. Conforme as condições de vida iam se mostrando favoráveis, mais pessoas iam viver neles, como comerciantes, artesãos e outros trabalhadores. O povoado crescia até tornar-se uma vila.
Novas modificações iam sendo feitas, em um ritmo cada vez mais rápido. Árvores iam sendo derrubadas para dar lugar a plantações, pastagens e todo o tipo de construções, como lojas, indústrias, escolas, hospitais e moradias. A vila crescia e transformava-se em cidade.
Muitas vezes, usamos a palavra cidade como sinônimo de município. Elas não significam a mesma coisa. O município compreende tanto a cidade, que é a área urbana, como o campo, ou área rural.
Na cidade há casas, prédios, ruas, avenidas, bancos e lojas. Já na área rural, encontramos matas, campos, florestas, além de sítios, chácaras, fazendas, granjas com plantações, criação de animais, entre outros.
Para conhecer a história de um município, podemos, entre outras coisas, conversar com pessoas ou pesquisar documentos, como fotografias antigas ou textos.

Municípios recentes

Alguns municípios se originam de outro que já existia. Isso ocorre quando um município se divide ou perde parte de seu território. Dizemos então que essa parte se emancipou, ou seja, adquiriu independência.
Há também cidades que são planejadas. Nesse caso, primeiro é escolhido o local onde ela será erguida. Depois, traça-se sua planta, com ruas, avenidas e bairros. Alguns exemplos de cidades planejadas são Brasília, capital do Brasil, fundada em 1960; Palmas, capital do Tocantins, fundada em 1989; Teresina, capital do Piauí, fundada em 1852; e Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, fundada em 1897.
 
Belo Horizonte - MG

A história dos municípios e suas transformações

Para conhecer a história de um município, podemos, entre outras coisas, conversar com as pessoas que nasceram e que sempre viveram no mesmo município ou ainda pesquisar documentos, como fotografias antigas ou textos.
Com base nessas descobertas, algumas pessoas escrevem livros, ou fazem filmes contando a história do município pesquisado.
As construções que existem em um município nos ajudam a compreender sua história. Em alguns municípios, muitas construções são mantidas desde a época de sua origem, sendo preservadas várias de suas características. Podemos citar, por exemplo, Olinda (PE), Lençóis Maranhenses (MA) e outras cidades históricas como Ouro Preto, Tiradentes e São João del Rey, em Minas Gerais.
Em outros municípios as mudanças ocorrem muito rapidamente, mudanças essas que muitas vezes transformam completamente a paisagem local. São Paulo, por exemplo, é uma cidade em que as mudanças aconteceram de forma muito rápida. Até cerca de 1950 ainda existiam muitas construções feitas nos séculos anteriores. Com o desenvolvimento econômico, a população de São Paulo aumentou muito: em 1920 eram cerca de 500 mil habitantes; em 1960 já eram 4 milhões  de pessoas vivendo na cidade. Com isso, muitas casas e edifícios, às vezes ruas e quarteirões inteiros, foram demolidos para dar espaço a novas ruas, avenidas e construções.

Vale do Anhangabaú (SP) em 1950

Vale do Anhangabaú (SP) em 2007
Muitos municípios brasileiros passaram por processo semelhante ao de São Paulo, sofrendo grandes transformações em um curto espaço de tempo. Já em outros, as mudanças ocorrem mais devagar, devido, por exemplo, à sua localização, normalmente em locais de difícil acesso e distantes de rodovias, ou às atividades econômicas neles desenvolvidas.

Quando andamos pelas ruas dos municípios, é comum encontrarmos alguns monumentos. Assim como as construções, as imagens, os documentos e os relatos dos moradores, os monumentos guardam lembranças e informações daquele lugar e da sociedade que ali vive.
Os monumentos são construídos para homenagear pessoas importantes daquela região ou fatos extraordinários ocorridos ao longo da história. Eles podem ser de diversos tipos:
  • Bustos – representam à cabeça, o pescoço e a parte superior do corpo de uma figura humana.
  • Estátuas – podem ser de vários tipos, mas sempre representam à pessoa homenageada de corpo inteiro, em diferentes situações (sentada, de pé, a cavalo, etc.)
  • Obeliscos – são feitos de pedra, e a sua base é mais larga que a ponta. São construídos para lembrar algum episódio considerado importante.
Os monumentos podem ser feitos de pedra, de concreto, ferro fundido, bronze, ou seja, de materiais que resistam ao tempo, para que durem e sejam vistos por um grande número de pessoas de diversas épocas e de diversas regiões.
Citamos, por exemplo, na cidade do Rio de Janeiro, um busto dedicado a Zumbi dos Palmares, líder negro que lutou pela abolição da escravatura; no município de Juazeiro do Norte (CE), há uma estátua de padre Cícero, líder político e religioso, atualmente é considerado santo pela população local, entre outros.

 Busto dedicado a Zumbi dos Palmares, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).

Estátua em homenagem a padre Cícero, no município de Juazeiro do Norte (CE)

Obelisco na Praça Sete de Setembro, em Belo Horizonte (MG). Localizado na região central do município, o monumento foi construído em comemoração aos 100 anos de independência do Brasil.

Monumento às bandeiras, no município de São Paulo (SP), feito por Victor Brecheret em homenagem aos bandeirantes. Os bandeirantes foram os paulistas que participaram de expedições rumo ao interior, no período em que o Brasil era colônia de Portugal.

Os monumentos também podem ser encontrados em espaços fechados, como em teatros ou museus, como exemplo, citamos o museu do Ipiranga em São Paulo (SP).

História - Quem sou eu

O ser humano é único. No mundo vivem muitas pessoas, mas nenhuma é igual à outra. Cada pessoa tem seu jeito de ser, seu gosto, seu modo de fazer as coisas.
Seu nome, suas características, seu jeito de ser e seu modo de fazer as coisas tornam você uma pessoa diferente das outras. Assim, você, como todas as outras pessoas, tem suas características e deve ser respeitado. Do mesmo modo, deve respeitar as características dos outros.

Nomes e sobrenomes

Damos nomes a tudo o que existe no mundo: animais, plantas, objetos, ruas, cidades, países. Com as pessoas não é diferente: todos nós recebemos um nome ao nascer.
Os nomes são escolhidos pelos pais, avós ou padrinhos. Para a escolha de seu nome, seus pais podem simplesmente ter gostado do seu nome ou quiseram homenagear um parente, alguém famoso ou próximo da família.
Dependendo da época e do lugar, certos nomes são mais escolhidos que outros.
A origem dos nomes está relacionada a diferentes povos, e vários deles surgiram em épocas muito distantes, como na Antiguidade, por exemplo.
Os nomes das pessoas costumam ter significado. Veja: Jaci (de origem Tupi), significa "mel da Lua" ou "Lua de mel". Carlos (origem germânica) significa "homem de muita força". Soraia (de origem Persa) significa "sete luzes".

A história de cada um

Em geral, nossa história começa no nascimento, mas às vezes, a história de uma pessoa começa a ser contada antes mesmo do seu nascimento. Muitos pais registram, por exemplo, em fotos, os diferentes momentos da gravidez, mostrando o crescimento da barriga da mamãe. Outros gravam em fitas de vídeo ou CD as imagens com os exames feitos para acompanhar o desenvolvimento do bebê.

A ultra-sonografia é um exame que utiliza vibrações sonoras para captar as imagens do bebê. Essas imagens permitem ao médico acompanhar seu desenvolvimento dentro da barriga da mãe. Na foto, o bebê está com 4 meses, visto por meio deste exame. (Professor, se julgar conveniente, explique aos alunos que, a partir da nona semana de gestação até o nascimento, o bebê é chamado de feto.)

Documentos que contam a sua história

Existem diversos documentos que ajudam a conhecer a história de cada um, como a ficha médica de registro do recém-nascido, a carteira de vacinação e a certidão de nascimento.
A certidão de nascimento, por exemplo, contém uma série de informações. Além de ser um documento de identificação, é a primeira garantia de cidadania e direitos a todos os brasileiros. Observe:
Assim como os documentos escritos, as fotografias e os vídeos também são importantes fontes históricas. Elas mostram acontecimentos e momentos da sua vida, de sua história, bem como os de sua família. Além disso, é possível observar o modo como se vestiam, se comportavam e viviam.

Cada família tem sua história

Muitas pessoas fazem parte da nossa família: avós, tios, primos etc. Para saber como nossa família se formou, podemos organizar uma árvore genealógica, um esquema em que aparecem nossos antepassados, ou seja, o nome de nossos avós, pais, irmãos e outros parentes. Além disso, podemos ver melhor a relação de parentesco entre as pessoas da família.


Hábitos e costumes

Os hábitos e os costumes  variam de uma família para outra. Às vezes essas variações se devem à origem das pessoas: ao lugar onde nasceram, à região do país de onde vieram,  o contato com outras famílias e outros costumes.
A alimentação, o modo de falar, a religião e o jeito de se vestir variam entre as famílias de origens diferentes.

Você e sua casa

A história de uma casa faz parte da história da família que nela mora. O ser humano sempre procurou um lugar para morar, onde pudesse se abrigar e viver em grupo. As cavernas foram as primeiras casas dos seres humanos.

           
Hoje em dia, existem vários tipos de moradia. Observe:

Edifícios na Cidade de São Paulo

Favela da Rocinha, no Rio de Janeiro

Prédios antigos em Recife

Casa de sapé, no estado do Mato Grosso

Palafita localizada às margens do Rio Amazonas
Como podemos perceber, há diversos tipos de moradia. Elas podem ser feitas de tijolo, cimento e telhas. Também podem ser feitas de madeira, de barro, palha ou pedras, quando as condições de vida são mais difíceis ou porque são mais adequadas aos lugares.
As casas não apenas nos protegem do frio, da chuva e do sol. Elas também são lugares de convivência familiar e entre amigos. Revela as condições de vida das pessoas, o ambiente em que moram, as coisas que valorizam. É por isso que dizemos que as casas têm história.

A convivência na escola

A escola é um lugar bem interessante. Tem hora de brincar e  tem hora de estudar. Na escola, em todos os momentos convivemos com muitas pessoas. E, para a escola funcionar, é preciso organização e respeito. É para isso que existem normas que orientam a convivência entre alunos, professores e funcionários.
Existem escolas públicas e escolas particulares. As escolas públicas são mantidas pelo governo do país, dos Estados ou dos municípios. São públicas porque são mantidas pelos impostos pagos pela população. As escolas particulares pertencem a uma pessoa ou a um grupo de pessoas e os alunos pagam mensalidades para a sua manutenção.


20 de outubro de 2019

GloboNews - Espaço Aberto

Espaço Aberto é um programa de televisão brasileiro que mostra entrevistas, reportagens e debates sobre assuntos que vão dos bastidores da política até o mundo científico. O programa é exibido diariamente no canal de televisão por assinatura Globo News, a partir de 2010, cada edição passou a ser chamada somente pelo nome do apresentador ou da especialidade que trata, ignorando o termo Espaço Aberto. A partir de 2015, a edição passou a mesclar vários temas, em vez de cada dia um tema específico.

Apresentadores titulares:

Segunda-feira - Aline Midlej (Política / Música / Direito do Consumidor)
Terça-feira - Leilane Neubarth (Economia / Cinema e Teatro / Finanças Pessoais)
Quarta-feira - Christiane Pelajo (Esporte / TV, Games e Informática / Sustentabilidade / Meio Ambiente)
Quinta-feira - Erick Bang (Dicas de Gramática, Literatura, Redação e Interpretação de Textos / Redação Oficial / Direito Doméstico, Trabalhista e Previdenciário)
Sexta-feira - Raquel Novaes (Moda e Beleza / Saúde, Estilo e Comportamento / Alimentação, Receitas, Maternidade, Casamento e Sexo / Decoração, Arquitetura, Paisagismo, Reciclagem, Jardinagem / Urbanismo e Design de Interiores)
Sábado - Adriana Perroni (Concursos e Empregos / Cursos, Estágio e Trainee / Testes, Vestibular, Enem e Jovem Aprendiz / Simulados, Carreira e Profissões / Dicas de Matemática, Física, Química, Biologia, História, Geografia, Filosofia, Sociologia, Inglês, Espanhol, Arte, Educação Física e Direito Administrativo)
Domingo - Isabela Leite (Veículos / Religião / Direito)

Apresentadores eventuais:

Segunda-feira - Elisabete Pacheco / Camila Bomfim
Terça-feira - Cecília Flesch / Julia Duailibi
Quarta-feira - Leila Sterenberg / Ricardo Abreu
Quinta-feira - Diego Sarza / Paula Araújo
Sexta-feira - Lilian Ribeiro / Marina Franceschini
Sábado - Marcelo Cosme
Domingo - José Roberto Burnier

14 de outubro de 2019

Informativo - Horários Especiais: Shopping Pátio Altiplano 2019

Informamos o horário para esta semana:

Domingo, 8 de dezembro - Dia da Imaculada Conceição:
Praça de Alimentação e Lazer - 12:00 às 22:00
Lojas e Serviços - 13:00 às 21:00

Terça, 24 de dezembro - Véspera de Natal: 10:00 às 18:00

Quarta, 25 de dezembro - Dia de Natal: shopping fechado

Quinta todo o shopping funciona em seu horário normal

Terça, 24 de dezembro - Réveillon: 10:00 às 19:00

Quarta, 25 de dezembro: Confraternização Universal: shopping fechado

Quinta todo o shopping funciona em seu horário normal

Sexta, 15 de novembro - Proclamação da República: 12:00 às 22:00

Sábado, 16 de novembro: 10:00 às 22:00

Domingo, 17 de novembro:
Praça de Alimentação e Lazer - 12:00 às 22:00
Lojas e Serviços - 13:00 às 21:00

Informamos o horário para esta semana:

Sexta, 1 de novembro: 10:00 às 23:00

Sábado, 2 de novembro - Dia de Finados: 12:00 às 22:00

Domingo, 3 de novembro:
Praça de Alimentação e Lazer - 12:00 às 22:00
Lojas e Serviços - 13:00 às 21:00

Informamos o horário para esta semana:

Sexta, 11 de outubro: 10:00 às 23:00

Sábado, 12 de outubro - feriado de Nossa Senhora Aparecida: 10:00 às 22:00

Domingo, 13 de outubro:
Praça de Alimentação e Lazer - 12:00 às 22:00
Lojas e Serviços - 13:00 às 21:00

Segunda, 16 de setembro - Dia do Comerciário: shopping fechado

Terça todo o shopping funciona em horário normal

Sexta, 6 de setembro: 10:00 às 00:00

Sábado, 7 de setembro - Independência do Brasil: 12:00 às 22:00

Domingo, 8 de setembro:
Praça de Alimentação e Lazer - 12:00 às 22:00
Lojas e Serviços - 13:00 às 21:00

Domingo, 4 de agosto: 12:00 às 23:00

Segunda, 5 de agosto - aniversário de João Pessoa: 12:00 às 22:00

Sábado, 22 de junho: 10:00 às 01:00

Domingo, 23 de junho: 12:00 às 18:00

Segunda, 24 de junho - dia de São João: shopping fechado

Quinta todo o shopping funciona em horário normal

Quarta, 19 de junho: 10:00 às 22:30

Quinta, 20 de junho - Corpus Christi: 10:00 às 22:00

Terça, 30 de abril: 10:00 às 05:00

Quarta, 1 de maio - Dia do Trabalhador: 12:00 às 22:00

Semana Santa 2019:

18 de abril - Quinta-feira Santa: 10:00 às 22:30

19 de abril - Sexta-feira da Paixão: shopping fechado

20 de abril - Sábado de Aleluia: 10:00 às 22:00

21 de abril - Domingo de Páscoa / Dia de Tiradentes: 12:00 às 22:00

Carnaval 2019:

Sábado, 2 de março: 10:00 às 22:00

Domingo, segunda e terça, 3, 4 e 5 de março: shopping fechado

6 de março - Quarta-feira de Cinzas: 12:00 às 22:00