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| A comunicação nos permite interagir com as outras pessoas |
Por Vânia Duarte
Como você sabe, nós somos considerados seres sociais e dispomos de um instrumento importantíssimo o qual nos permite interagir de modo efetivo com as pessoas que estão à nossa volta – a linguagem.

Pelo fato de não conseguirmos viver sozinhos, sentimos necessidade e precisamos realmente nos comunicar com nossos semelhantes. E esta comunicação somente se dá por meio da linguagem, realizada de maneiras distintas:
Pela oralidade
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Escrita
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Gestos

Cores

Símbolos

Imagens

Pois bem, agora precisamos compreender que esse processo comunicativo se constitui de elementos específicos para se realizar. O linguista russo Roman Jakobson criou a teoria no final do século XIX. Muitas teorias modernas questionam a teoria do Jakobson e adicionam outros elementos.
Assim sendo, vamos conhecê-los?
Emissor – é aquele que transmite e codifica a mensagem.
Receptor – é a pessoa que recebe e decodifica a mensagem.
Mensagem – é tudo aquilo que o emissor envia ao receptor.
Código – é o conjunto de sinais e instrumentos usados na comunicação para transmitir a mensagem, podendo ser de várias maneiras, como as que vimos por meio dos exemplos acima.
Canal de comunicação ou contato – é o meio pelo qual é transmitida a mensagem, ou seja, pode ser pelo meio eletrônico, livros, rádio, televisão, telefone, internet, etc. Pode ser também um papel. Por exemplo: você lê um jornal de um outro país, se você conhece aquele código.
Contexto ou referente – representa o assunto ou situação a que a mensagem se refere.
Emissor – é aquele que transmite e codifica a mensagem.
Receptor – é a pessoa que recebe e decodifica a mensagem.
Mensagem – é tudo aquilo que o emissor envia ao receptor.
Código – é o conjunto de sinais e instrumentos usados na comunicação para transmitir a mensagem, podendo ser de várias maneiras, como as que vimos por meio dos exemplos acima.
Canal de comunicação ou contato – é o meio pelo qual é transmitida a mensagem, ou seja, pode ser pelo meio eletrônico, livros, rádio, televisão, telefone, internet, etc. Pode ser também um papel. Por exemplo: você lê um jornal de um outro país, se você conhece aquele código.
Contexto ou referente – representa o assunto ou situação a que a mensagem se refere.

A linguagem adquire funções específicas, de acordo com as intenções do emissor
Por Vânia Duarte
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Para que possamos compreender as características relacionadas ao assunto que iremos conhecer, é preciso relembrar que a linguagem cumpre um papel social, ou seja, vivemos em meio a uma sociedade na qual compartilhamos nossas experiências, aprendemos e ensinamos, convivemos com pessoas de culturas diferentes, entre outros fatores. Tudo isso ocorre por meio da comunicação, e sempre quando nos comunicamos com alguém temos um objetivo, uma finalidade.

Há determinadas situações em que desejamos convencer nosso interlocutor (a pessoa com a qual conversamos), entretê-lo, fazendo-o sorrir, como é o caso de uma piada, informá-lo sobre um determinado acontecimento, instruí-lo a realizar uma determinada tarefa, enfim, são tantos exemplos que nem dá para citar todos eles. Sendo assim, de acordo com a intenção a que nos propomos, a linguagem adquire funções específicas, como estas que iremos conhecer agora. Então, preparado (a) para mais este desafio? Vamos lá!!!
Função fática
Imagine-se conversando com o coleguinha no intuito de convidá-lo para ir ao cinema. Certamente a conversa seria mais ou menos assim:
Função fática
Imagine-se conversando com o coleguinha no intuito de convidá-lo para ir ao cinema. Certamente a conversa seria mais ou menos assim:

- Alô, querido amigo, você gostaria de ir comigo ao cinema?
- Nossa! Que legal, adorei o convite.
[...]
Obviamente que a conversa irá continuar, não é verdade? Então, quando há uma comunicação na qual se deseja estabelecer um contato mais prolongado com o receptor, como é o caso de um telefonema, estamos diante da função fática da linguagem.
Função metalinguística
Agora, imagine que você precise recorrer ao dicionário no intuito de saber o significado de uma determinada palavra.

Dessa forma, a língua (representada pelo dicionário) usa também da linguagem para repassar as informações ao interlocutor, por meio das palavras.
Função poética ou estética
Quando lemos um poema, percebemos o trabalho que o escritor realiza com a linguagem, utilizando-se de recursos especiais que a deixam ainda mais bela, não é mesmo? Desse modo, temos que os poemas e as canções musicais representam a função poética da linguagem.
Função apelativa, conativa ou imperativa
Nela, o objetivo do emissor é convencer o interlocutor sobre um determinado assunto. Como exemplo, podemos citar os anúncios publicitários, nos quais a intenção do anunciante é induzir o público a adquirir um determinado produto. Vejamos um caso:
Função poética ou estética
Quando lemos um poema, percebemos o trabalho que o escritor realiza com a linguagem, utilizando-se de recursos especiais que a deixam ainda mais bela, não é mesmo? Desse modo, temos que os poemas e as canções musicais representam a função poética da linguagem.
Função apelativa, conativa ou imperativa
Nela, o objetivo do emissor é convencer o interlocutor sobre um determinado assunto. Como exemplo, podemos citar os anúncios publicitários, nos quais a intenção do anunciante é induzir o público a adquirir um determinado produto. Vejamos um caso:

Função referencial, denotativa, informativa ou cognitiva
Uma reportagem, como você sabe, utiliza uma linguagem objetiva, pois a finalidade do emissor (a pessoa que fala) é informar o leitor a respeito de um determinado acontecimento.
Uma reportagem, como você sabe, utiliza uma linguagem objetiva, pois a finalidade do emissor (a pessoa que fala) é informar o leitor a respeito de um determinado acontecimento.
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Função emotiva ou expressiva
Como o próprio nome já diz, a função emotiva se caracteriza pelos sentimentos, emoções que são próprias de quem as revela, ou seja, do emissor. Vejamos, então, um pedacinho do poema de Mário Quintana:
Como o próprio nome já diz, a função emotiva se caracteriza pelos sentimentos, emoções que são próprias de quem as revela, ou seja, do emissor. Vejamos, então, um pedacinho do poema de Mário Quintana:
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Dorme ruazinha… É tudo escuro…
E os meus passos, quem é que pode ouvi-los?
Dorme teu sono sossegado e puro,
Com teus lampiões, com teus jardins tranquilos…
Dorme… Não há ladrões, eu te asseguro…
Nem guardas para acaso persegui-los…
Na noite alta, como sobre um muro,
As estrelinhas cantam como grilos…
[...]
E os meus passos, quem é que pode ouvi-los?
Dorme teu sono sossegado e puro,
Com teus lampiões, com teus jardins tranquilos…
Dorme… Não há ladrões, eu te asseguro…
Nem guardas para acaso persegui-los…
Na noite alta, como sobre um muro,
As estrelinhas cantam como grilos…
[...]

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