CONCORDÂNCIA NOMINAL
Você já viu um cartaz em que está escrito: “Estamos fechado”? Será que está certa a concordância? Vejamos:
O posto está fechado, não as pessoas.
Quando isso ocorre, damos-lhe o nome de metonímia: o conteúdo (o que está dentro) pelo continente (o invólucro = o que contém).
Há também o contrário: o continente pelo conteúdo: A criança comeu um prato de mingau e tomou um copo de água. Não existe prato feito de mingau nem copo feito de água. Você diz: Quero uma garrafa de coca-cola, de cerveja, uma lata de refrigerante e assim por diante.
Essa figura se chamava sinédoque. A partir de janeiro de 1959, passou a se chamar metonímia.
Portanto quando se diz: Estamos fechados, é o posto.
Agora vem outra questão:
Quando se diz: Estamos contente, está-se empregando uma figura chamada silepse.
Silepse é o nome que se dá à concordância ideológica (feita com a ideia da palavra – significado- e não com a palavra – significante).
Ex.: O Amazonas é caudaloso. Amazonas é feminino plural de cavaleiro. Você faz a concordância com rio e não com a palavra Amazonas. Aqui houve silepse de gênero e de número.
Campos é grande (de número).
São Paulo é populosa (de gênero).
As mulheres estamos satisfeitas (de pessoa). As mulheres = elas; estamos = nós.
Agora vem a pergunta final: Será que quem escreveu a placa pensou em tudo isso ou foi pura coincidência?
Você já viu um cartaz em que está escrito: “Estamos fechado”? Será que está certa a concordância? Vejamos:
O posto está fechado, não as pessoas.
Quando isso ocorre, damos-lhe o nome de metonímia: o conteúdo (o que está dentro) pelo continente (o invólucro = o que contém).
Há também o contrário: o continente pelo conteúdo: A criança comeu um prato de mingau e tomou um copo de água. Não existe prato feito de mingau nem copo feito de água. Você diz: Quero uma garrafa de coca-cola, de cerveja, uma lata de refrigerante e assim por diante.
Essa figura se chamava sinédoque. A partir de janeiro de 1959, passou a se chamar metonímia.
Portanto quando se diz: Estamos fechados, é o posto.
Agora vem outra questão:
Quando se diz: Estamos contente, está-se empregando uma figura chamada silepse.
Silepse é o nome que se dá à concordância ideológica (feita com a ideia da palavra – significado- e não com a palavra – significante).
Ex.: O Amazonas é caudaloso. Amazonas é feminino plural de cavaleiro. Você faz a concordância com rio e não com a palavra Amazonas. Aqui houve silepse de gênero e de número.
Campos é grande (de número).
São Paulo é populosa (de gênero).
As mulheres estamos satisfeitas (de pessoa). As mulheres = elas; estamos = nós.
Agora vem a pergunta final: Será que quem escreveu a placa pensou em tudo isso ou foi pura coincidência?
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