2 de janeiro de 2020

O R e o S geminados

Vamos, hoje, tratar de um assunto que tortura muita gente escolarizada: o r e o s geminados.
Quando se usa r e rr no meio das palavras?

Entre vogais, o erre tem som brando (fraco): careta, lorota, Maricota, nora.

Se ele for vibrante (forte), há duas possibilidades:

se ele vier entre vogais, a palavra será grafada com dois erres: garrafa, marreco, arrulho, barraco, carro, torrar, turra, morrer, parricida, berro, correr, ferrar, forro, agarrar, guitarra, guerra, gorro, jarro, jorrar, murro, zurrar, zorro, torre, varrer, barra.
se ele vier entre uma consoante e uma vogal, haverá apenas um erre: honra, tenro, genro, Henrique, Conrado, bilro, palrar, melro, guelra, enredo.
O esse, quando vem entre duas vogais, tem som de z: casa, mesa, pisar, aviso, análise, asa, coisa, dose, fuso, gasoso, lousa, luso, liso, leso, nasal, pose, quisera, rosa, Sousa, tísico, vaso.

Quando o esse vier entre vogais, com som de s (ce), deverá ser geminado: assar, posse, gesso, massa, bossa, cessar, desse, disse, fosse, nesse, passou, classe, grosseiro, Rússia.
Quando o esse vier entre uma consoante e uma vogal e tiver o som de s (ce), ele será simples: manso, tenso, censo, senso, hirsuto, Barsa, cansar, conselho, curso, corso, denso, farsa, farsante, ganso, mensurar, pensar.

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