Muita gente nos tem perguntado se o superlativo absoluto sintético (aquele que se faz com
sufixo) erudito (que não é popular) de magro é magérrimo ou macérrimo.
Ultimamente, tem-se ouvido nas ruas o povo dizer magérrimo. Veja:
Macérrimo:
Aurélio , no verbete macérrimo, diz que é anormal magérrimo, apesar de muito comum.
Michaelis diz que macérrimo: é o superlativo erudito de magro. Diz que magérrimo é anormal.
VOLP (VOCABULÁRIO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA) : diz que magérrimo é o superlativo
alatinado de magro. É estranho porque, em latim, magro é adjetivo de primeira classe: macer,
macra, macrum e não mager, magra, magrum. É de perguntar de onde se tirou essa aberração.
Pasquale Cipro Neto: diz que os dicionários dão essa forma como popular.
Luiz Antônio Sacconi – diz que quem usa magérrimo está macérrimo na língua.
Domingos Paschoal Cegalla : diz que a forma magérrimo não tem tradição na língua.
Muitos adjetivos possuem uma forma alatinada erudita do grau superlativo absoluto sintético, como nigérrimo, libérrimo, paupérrimo, dulcíssimo.
Celso Cunha: “Modernamente, no Centro do País, vem-se generalizando a forma anormal
magérrimo como superlativo de magro.” Então, é brasileirismo, ou seja, uma invenção do povo, inadmissível em norma culta.
Diante de tudo isso, conclui-se que, se se pretende usar o superlativo erudito, o correto
é macérrimo.
sufixo) erudito (que não é popular) de magro é magérrimo ou macérrimo.
Ultimamente, tem-se ouvido nas ruas o povo dizer magérrimo. Veja:
Macérrimo:
Aurélio , no verbete macérrimo, diz que é anormal magérrimo, apesar de muito comum.
Michaelis diz que macérrimo: é o superlativo erudito de magro. Diz que magérrimo é anormal.
VOLP (VOCABULÁRIO ORTOGRÁFICO DA LÍNGUA PORTUGUESA) : diz que magérrimo é o superlativo
alatinado de magro. É estranho porque, em latim, magro é adjetivo de primeira classe: macer,
macra, macrum e não mager, magra, magrum. É de perguntar de onde se tirou essa aberração.
Pasquale Cipro Neto: diz que os dicionários dão essa forma como popular.
Luiz Antônio Sacconi – diz que quem usa magérrimo está macérrimo na língua.
Domingos Paschoal Cegalla : diz que a forma magérrimo não tem tradição na língua.
Muitos adjetivos possuem uma forma alatinada erudita do grau superlativo absoluto sintético, como nigérrimo, libérrimo, paupérrimo, dulcíssimo.
Celso Cunha: “Modernamente, no Centro do País, vem-se generalizando a forma anormal
magérrimo como superlativo de magro.” Então, é brasileirismo, ou seja, uma invenção do povo, inadmissível em norma culta.
Diante de tudo isso, conclui-se que, se se pretende usar o superlativo erudito, o correto
é macérrimo.
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